´´De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.`` Rui Barbosa

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Em 8 dias Marta Suplicy interrompeu o som do microfone duas vezes, já desarquivou projeto polêmico e ainda tentou obrigar Sarney a usar "presidenta"

A Senadora Marta Suplicy que tomou posse no dia 1º de Fevereiro de 2011, ontem já desarquivou no Senado o projeto de lei que criminaliza a homofobia e ainda tentou obrigar o Senador José Sarney a usar "presidenta" Dilma. o Senador respondeu: “As duas colocações estão corretas, vou usar a forma francesa madame e Le président”.

Ainda ontem, interrompeu o som do microfone para cortar a palavra do Senador Delcídio do Amaral, segundo o Senador via twitter " Fui falar sobre o apagão do nordeste, pela Lid. do Governo, e a Dona Marta cortou o microfone . Falei assim mesmo!"

Lembrando que em sua estréia no comando de uma sessão plenária, na semana passada a Senadora, chamou a atenção e também interrompeu o som do microfone para cortar a palavra de seu correligionário, conterrâneo e ex-marido, Eduardo Suplicy . "Senador Suplicy, acabou o tempo", advertiu Marta pela última vez. "Agora preciso obedecer à senhora presidente", retrucou o conformado Senador.

Desarquivado no Senado projeto de lei que criminaliza a homofobia

Brasília - A senadora Marta Suplicy (PT-SP) conseguiu aprovar ontem (8) um requerimento para desarquivar o projeto de lei que torna crime qualquer ato considerado de homofobia ou de discriminação contra idosos e deficientes físicos. Além de Marta, o requerimento contava com as assinaturas de mais 27 senadores.

Todos os projetos que tramitavam no Congresso Nacional desde 2006 ou antes foram arquivados ao fim de 2010, conforme definição do regimento interno da Casa. Para voltarem a ser analisados, eles precisam de um pedido de desarquivamento, como foi aprovado hoje com o de criminalização da homofobia.

Como o substitutivo do texto enviado pela Câmara dos Deputados já havia sido aprovado na Comissão de Assuntos Sociais, a matéria segue agora para a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Para o projeto virar lei, além da CDH, ele ainda precisará ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário do Senado, voltar para Câmara dos Deputados e, se for aprovado, seguir para sanção presidencial.

Fonte: da Agência Brasil

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

JORNALISTAS QUE FICARAM PRESOS NO EGITO CONTAM OS MOMENTOS DE TENSÃO NO ...

Projeto que criminaliza homofobia será desarquivado no Senado

Deve ser lido em Plenário hoje (8) o requerimento de desarquivamento do PLC 122/2006, que torna crime a discriminação de homossexuais, idosos e deficientes. O PLC, popularmente conhecido como o projeto que criminaliza a homofobia, deixará o arquivo devido a requerimento protocolado nesta segunda-feira (7) pela senadora Marta Suplicy (PT-SP).

Marta conseguiu as 27 assinaturas de senadores necessárias para garantir o desarquivamento da proposta e a matéria já se encontra na Secretaria Geral da Mesa, pronta para ser lida em Plenário. Após a leitura, o projeto retoma a tramitação.

Caso aprovado no Senado - onde terá que ser votado ainda nas comissões de Direitos Humanos (CDH); de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e no Plenário - o projeto terá que ser analisado novamente pela Câmara dos Deputados, uma vez que modificações à proposta foram incluídas em novembro de 2009, quando foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Homofobia

O projeto é de autoria da então deputada federal Iara Bernardi e foi aprovado na Câmara em dezembro de 2006. A proposta altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que tipifica "os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional".

A proposta de Iara Bernardi inclui entre esses crimes o de discriminação por gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero. Apesar de punir a discriminação por qualquer tipo de orientação sexual - heterossexual, homossexual ou bissexual - e também a discriminação por sexo (por ser homem ou mulher), entre outras formas de preconceito, o projeto ficou popularmente conhecido por criminalizar a homofobia.

Da Agência Senado

Sarney deve anunciar hoje a composição da comissão de reforma política

O presidente do Senado, José Sarney, afirmou que deve anunciar, hoje (8), os integrantes da comissão especial que irá elaborar um anteprojeto de reforma política. A iniciativa foi proposta pelo próprio Sarney em seu discurso de posse na presidência da Casa. O senador já se manifestou pelo fim do voto proporcional, o que, em sua opinião, fortaleceria os partidos políticos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Homenagem a Acadêmicos do Grande Rio que foi a escola mais atingida hoje de manhã.

Entrevista: Fernando Henrique Cardoso por Kennedy Alencar

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz não ter "dúvida" de que o PSDB teria vencido a eleição presidencial de 2010 se Aécio Neves tivesse sido vice de José Serra. O tucano comentou o primeiro mês da presidenta Dilma. "Ela tem outro estilo. Ela demonstrou uma certa preocupação com a corrupção que o presidente Lula não demonstrava", afirma. FHC defende que o ditador do Egito, Hosni Mubarak, deixe logo o poder. É a terceira entrevista de FHC ao É Notícia.

Confira abaixo : os blocos 01, 02 e 03 .

Exemplo: Medidas de transparência anunciadas pelo GDF

O governador Agnelo Queiroz (PT), ao anunciar o Plano de Transparência e Combate à Corrupção, assinou decreto com novas regras para a escolha dos gestores. Agora, contratos com valor acima de R$ 150 mil serão acompanhados e fiscalizados por servidores de carreira. Prática comum no passado recente, comissionados sem vínculo com a administração estão impedidos de assumir essa atribuição. A exigência foi justificada como uma forma de evitar que apadrinhados sejam escolhidos sob medida para atestar como regulares contas superfaturadas, serviços não prestados ou autorizar aditivos ilegais de contratos milionários.

Veja as principais medidas de transparência anunciadas pelo GDF:

» Implantação da Secretaria de Transparência e Controle, com as novas subsecretarias de Transparência e de Prevenção à Corrupção;
» Reformulação do Portal da Transparência e disponibilização, na internet, das principais licitações;
» Prioridade para os processos contra envolvidos em grandes escândalos e processos contra empresas acusadas de supostas fraudes em governos anteriores;
» Auditorias em áreas como saúde, Limpeza Urbana e Desenvolvimento Social, no Pró-DF e nos contratos de informática;
» Diminuição da quantidade de cargos comissionados e envio de projeto à Câmara Legislativa para que a Lei de Ficha Limpa se aplique a essas vagas no GDF;
» Fixação de prioridades e erradicação de problemas em obras inacabadas;
» Criação de um grupo de controle especial para a Copa do Mundo de 2014;
» Criação de assessorias de controle interno das secretarias e convênio com órgãos de controle;
» Decreto para a regulamentar a proibição ao nepotismo no GDF;
» Decreto com a determinação de que servidores efetivos acompanhem os maiores contratos;
» Campanhas de incentivo à participação da juventudade no acompanhamento dos gastos públicos;
» Criação do Código de Ética dos servidores distritais;
» Fortalecimento dos conselhos como meios de controle social;» Instalação da Comissão de Ética para julgar a conduta dos cargos mais elevados que possam causar conflitos éticos.

Exemplo 2: Câmara Municipal de Angra dos Reis realiza sua primeira licitação com transmissão ao vivo

A Câmara Municipal de Angra dos Reis realizou na última quarta-feira, 2, sua primeira licitação com transmissão ao vivo pela TV do Legislativo. O Pregão 001\2011 foi destinado à compra de combustíveis (gasolina e etanol) para a frota própria e de carros alugados. A licitação começou pontualmente às 10h e foi coordenada pela Equipe de Pregão, formada por servidores da Casa. Antes do Pregão, o presidente da Câmara, vereador Dr. José Antônio Azevedo Gomes (PCdoB), fez uma breve apresentação, ressaltando a importância do evento.

— Esse é um momento histórico para a Câmara Municipal e é com certeza a primeira vez que isso acontece no Poder Público de Angra dos Reis. Acabou na Câmara a coisa mais ou menos, não muito clara, esse é um compromisso assumido com todos os funcionários e com a população, de que tudo será feito com transparência e lisura — afirmou José Antônio.

O edital de licitação para a compra de combustíveis foi tornado público em jornal de circulação estadual no último dia 24. Além disso foi publicado na íntegra (com opção de download) no site da Câmara Municipal. Três empresas retiraram o documento, mas apenas uma compareceu e fez lances.

Para a compra de gasolina, o preço original apresentado foi de R$ 2,891 por litro. No primeiro lance houve queda de R$ 0,01. Após argumentação do pregoeiro Robson Chrispim de Aguiar, o lance final foi fixado em R$ 2,883 por litro. Para a compra de etanol (álcool), o preço original apresentado foi de R$ 2,223 por litro, logo após fixado, por lance, em R$ 2,186 por litro.

O preço médio dos combustíveis no qual a equipe de pregoeiros baseou-se para a fixação dos preços, teve por base uma pesquisa de mercado em Angra dos Reis e dados levantados junto à Agência Nacional de Petróleo (ANP), responsável pela fiscalização do funcionamento e dos valores cobrados nos postos de abastecimento de todo o país. Além do presidente José Antônio, o certame foi acompanhado pelos vereadores Dr. Ilson Peixoto e Antônio Cordeiro (ambos do PT).

- É o objetivo desta gestão. Dar transparência. Estamos vivendo uma nova era na Câmara de Vereadores – disse José Antônio, prevendo que novas licitações, as mais relevantes, continuarão sendo transmitidas ao vivo pela TV Câmara.

Fonte: Secretaria de Comunicação da Câmara Municipal de Angra dos Reis

Pátria Amada. "Tem de amar muito essa pátria para tolerar isso"

Legislação tributária vira livro de 6 toneladas

Advogado reúne todas as leis de impostos do País em livro que deve entrar para o ''Guiness''

De tão ousada e inusitada, a ideia chegou a ser tachada como uma "verdadeira insanidade" pelos colegas, mas o advogado mineiro Vinícios Leôncio ignorou os descrentes e iniciou há quase duas décadas um projeto para reunir em livro as legislações tributárias do País.

Movido pela inconformidade com o que considera um excesso de normas, o tributarista queria, a princípio, apenas mostrar de forma simbólica o peso dessa legislação no custo das empresas brasileiras.

Porém, ao agrupar numa publicação toda a legislação nacional, Leôncio acabou por credenciar sua obra ao ingresso no Guinness World of Records como a mais volumosa e com o maior número de páginas do mundo.

Previsto para ser concluído em junho deste ano, o livro conta atualmente com cerca de 27 mil páginas impressas - cada uma delas com 2,2 metros de altura por 1,4 metro de largura. Depois de pronta, a obra pesará 6,2 toneladas para um total de 43.216 páginas, que, se enfileiradas, alcançariam uma distância de 95 quilômetros.

"A legislação brasileira é muito extensa, mas ela nunca teve visibilidade concreta. Essa foi a ideia, mostrar para a sociedade o tamanho dessa legislação, de um país que edita (em média) 35 normas tributárias por dia útil", destaca Leôncio, um estudioso do assunto.

"A questão era justificar o peso que tem a burocracia tributária na economia das empresas e procurar saber por que o Brasil é o único país do mundo no qual as empresas consomem 2,6 mil horas anuais para liquidar seus impostos, só de burocracia."

O espírito crítico do advogado em relação ao assunto fica evidente no título que ele escolheu para a obra: Pátria Amada. "Tem de amar muito essa pátria para tolerar isso", ironiza. "Até nós, advogados tributaristas, temos dificuldade de acompanhar esse volume enorme de legislação."

Cruzada. Leôncio iniciou seu projeto em 1992. Desde então, o advogado mineiro empreendeu uma verdadeira cruzada para viabilizar tecnicamente a empreitada e desembolsou cerca de R$ 1 milhão (aproximadamente 35% desse total foi gasto com impostos, segundo o advogado).

A primeira dificuldade foi encontrar uma gráfica que aceitasse a encomenda. Todas que foram procuradas recusaram. "O Brasil não tem nenhuma impressora com esse padrão."

Com o auxílio de um gráfico amigo, que topou o desafio, a solução encontrada foi adaptar uma impressora de outdoors. Para isso, no entanto, Leôncio precisou enviar emissários à China, que adquiriram equipamentos e importaram tecnologia para a manutenção da impressora. Ele praticamente montou uma gráfica em Contagem, na região metropolitana da capital mineira.

Após muitos empecilhos, em 2010 os técnicos conseguiram que a máquina imprimisse os dois lados da folha imensa. Em fonte Times New Roman, as letras têm corpo tamanho 18, impressas com tinta de vida útil de 500 anos. O advogado pretende também que a obra possa ser consultada e pediu que um engenheiro aeronáutico desenvolvesse amortecedores para regular a virada das páginas.

Leôncio, contudo, considera que a maior dificuldade enfrentada foi mesmo a de agrupar as 27 diferentes legislações dos Estados e do Distrito Federal e os mais de 5 mil códigos tributários dos municípios brasileiros. "Em vários municípios, o código ainda está escrito a mão."

Parte do levantamento precisou ser feito in loco. "No auge dessa pesquisa cheguei a ter 45 pessoas trabalhando para mim. Nem todos os municípios têm sites e a legislação disponibilizada eletronicamente. Aí é com correspondência... Mas, mesmo assim, muitas prefeituras não se dispõem a colaborar, fornecer a legislação, embora seja pública."

"Susto". Para mostrar a dimensão de seu projeto, Leôncio afixou algumas páginas na parede da biblioteca de seu confortável e amplo escritório, na região centro-sul de Belo Horizonte. O advogado garante que sua aspiração nunca foi o Guinness Book, mas sim chamar a atenção para a necessidade de uma reforma tributária.

"Não me passava pela cabeça essa coisa de recorde, mas com o passar dos anos eu fui percebendo que o livro será o maior do mundo", diz, salientando que o atual título pertence a um livro sueco de 2,7 toneladas.

Leôncio assegura também que não espera nenhum retorno financeiro com o projeto. Enquanto apresenta à reportagem gráficos comparativos - que mostram que o tempo anual gasto para o pagamento de impostos no Brasil é muito superior ao de outros países (sejam os dez mais ricos, os dez mais pobres ou mesmo os 15 mais burocráticos do mundo) -, ele observa que espera mesmo é que sua obra leve o próprio Estado a fazer uma reflexão.

"Acho que a sociedade vai levar um susto com isso. A própria classe política, o Fisco, eles não tem noção, em todas as esferas estatais, do tamanho da legislação tributária brasileira."

Fonte: Eduardo Kattah - O Estado de S.Paulo


domingo, 6 de fevereiro de 2011

em M.S: MURILO ZAUITH É ELEITO O NOVO PREFEITO DE DOURADOS


A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul realizou hoje a eleição extraordinária em Dourados para que os eleitores escolhessem o novo Prefeito e Vice-Presidente desse município. Às 18h45 (horário local), encerrou a apuração das 384 urnas. Com a totalização final dos votos, o candidato Murilo Zauith (DEM) foi o vencedor dessas eleições e escolhido para ser o novo Prefeito de Dourados juntamente com a sua Vice, Dinaci Ranzi (PT). Zauith foi eleito com 70.906 votos, ou seja, 80,06% do total de votos dos eleitores que compareceram às urnas.

Do total de 139.281 eleitores, 101.135 votaram e 38.146 não compareceram. Do total de 101.135 que votaram, 5.745 votaram em branco e 6.829 votaram nulo. O novo Presidente do TRE-MS, Des. Josué de Oliveira, e os Juízes Eleitorais da 18ª ZE e 43ª ZE de Dourados acompanharam - de perto – a votação nas seções eleitorais, inclusive em aldeias indígenas.

Foram usadas 384 urnas eletrônicas nas 384 seções eleitorais. Somente cinco urnas apresentaram algum tipo de problema, sendo necessário substituir duas.

Os dois cartórios de Dourados, 18ª ZE e 43ª ZE, convocaram 1.536 mesários para trabalhar na eleição desse domingo. O custo estimado da eleição em Dourados e o orçamento disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral para o TRE-MS foi de R$ 330.658,00.

A eleição extraordinária de Dourados foi determinada pela Justiça Eleitoral após as renúncias do então prefeito, Ari Artuzi, e do seu vice Carlinhos Cantor, em razão das suas prisões por denúncias de corrupção na administração municipal.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRE-MS.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Trocando as bolas ! De novo Claudio Humberto ?

O jornalista Claudio Humberto novamente troca MS por MT.

Veja na coluna de hoje: (04/02/2011) -Escolha infeliz

O PSDB deve indicar para a Comissão de Infraestrutura a senadora Marisa Serrano (MT), aquela que não conseguiu controlar a CPI dos Cartões Corporativos. Não diferencia nota fiscal de fatura.

Dias desses (14 / 11 /2010 ) trocou também ! - De olho nos negócios

Derrotado nas urnas do Ceará, o senador Tasso Jereissati (PSDB) se prepara para construir um grande shopping center em Belém do Pará. Ele também planeja um segundo em Campo Grande (MT).


Claudio Humberto ! Campo Grande fica em M.S e não M.T

Dênis Carlos Medeiros
Campo Grande - MS

  1. Geografia de Mato Grosso

  2. Geografia de Mato Grosso do Sul



De olho nos negócios

Derrotado nas urnas do Ceará, o senador Tasso Jereissati (PSDB) se prepara para construir um grande shopping center em Belém do Pará. Ele também planeja um segundo em Campo Grande (MT).


Conforme arquivo impresso acima

ISSO SIM É ESCOLHA INFELIZ !

Envolvidos em escândalos são favoritos para CCJ

Apontadas como as mais importantes da Câmara e do Senado, as Comissões de Constituição e Justiça (CCJs) de ambas as Casas podem ser comandadas por parlamentares cujos nomes foram citados em escândalos recentes de corrupção.

Para a CCJ da Câmara, o PT ainda não bateu o martelo, mas o mais cotado é o deputado João Paulo Cunha (PT-SP). Ele é um dos réus do esquema do mensalão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, no processo que está em análise no Supremo Tribunal Federal (STF). G1 - João Paulo Cunha (PT-SP) - notícias em Política


No Senado, o PMDB escolheu o senador Eunício Oliveira (CE), que teve seu nome e o de uma de suas empresas citados no inquérito da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A PF suspeita que uma empresa do senador teria se beneficiado do esquema que desviou dinheiro público e distribuiu propinas no Distrito Federal, no escândalo do mensalão do DEM. Eunício de Oliveira « Brasília Limpa

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Novo pedido de vista adia decisão sobre a primeira eleição em Paraíso das Águas-MS

Pedido de vista da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha suspendeu, na noite desta quinta-feira (3), o julgamento de pedido feito Ministério Público Eleitoral (MPE) para anular resolução do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS) que determinou a realização das primeiras eleições do município de Paraíso das Águas (MS) fora das regras previstas na Constituição Federal. O município foi criado em 2003, a partir do desmembramento de outros três municípios em Mato Grosso do Sul.

Até o momento, há um voto para anular a determinação do TRE-MS, do relator da matéria, ministro Aldir Passarinho Junior. Para ele, o pleito deve ser realizado segundo as regras constitucionais que determinam que a eleição do prefeito, do vice-prefeito e dos vereadores deve ser feita por meio de votação direta realizada simultaneamente em todo o país.

Para o relator da matéria, as eleições do novo município devem ser realizadas seguindo as regras do inciso I do artigo 29 da Constituição Federal. Esse dispositivo determina que a eleição do prefeito, do vice-prefeito e dos vereadores, para mandato de quatro anos, deve ser feita mediante pleito direto e simultâneo a ser realizado em todo o país. A regra se repete no inciso II do parágrafo único do artigo 1º da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições).

O ministro Passarinho Junior ressaltou hoje que o TSE respondeu a uma consulta sobre o tema e confirmou a regra da simultaneidade das eleições para municípios criados após 31 de dezembro de 2006.

O ministro votou nesse sentido no dia 28 de agosto do ano passado, quando o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.

Voto vista

Hoje, Toffoli divergiu do relator ao afirmar que o pleito do novo município não pode esperar as próximas eleições municipais. O ministro manteve a decisão administrativa do TRE-MS, que, no caso, ficaria responsável por reeditar o calendário eleitoral do novo município.

“Entendo que, tendo sido formalizada a criação de um novo município, não me parece razoável que se determine a espera da data designada para as próximas eleições de âmbito municipal para a escolha de seus governantes”, disse o ministro Toffoli.

Para ele, após a criação de um novo município, sua instalação deve ser formalizada com a “máxima brevidade possível”, até mesmo como forma de respeito ao primado da soberania popular, segundo o qual todo poder emana do povo. De acordo com o ministro, permitir que a eleição aguarde meses ou, como no caso específico, anos, viola o pacto federativo.

Em seguida, a ministra Cármen Lúcia antecipou seu pedido de vista, suspendendo novamente o julgamento.

Histórico

O TRE-MS havia determinado que as eleições de Paraíso das Águas seriam realizadas em 14 de março de 2010, mas no dia em 11 de fevereiro do mesmo ano o pleito foi suspenso por decisão do plenário do TSE, que concedeu o pedido de liminar feito pelo MPE. Agora, os ministros analisam o mérito da ação do Ministério Público Eleitoral.

O município de Paraíso das Águas foi criado a partir do desmembramento de Água Clara, Costa Rica e Chapadão do Sul. A criação da cidade foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3018). Alegou-se que a lei estadual que determinou o desmembramento não teria cumprido requisitos constitucionais. Com a Emenda Constitucional 57/08, a criação do município foi validada e a ADI foi arquivada por perda de objeto.

A emenda constitucional 57 acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias para convalidar os atos de criação, fusão, incorporação e desmembramento de municípios. O artigo tem a seguinte redação:

"Art. 96. Ficam convalidados os atos de criação, fusão, incorporação e desmembramento de Municípios, cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006, atendidos os requisitos estabelecidos na legislação do respectivo Estado à época de sua criação”.

Fonte: TSE

Envolvidos em escândalos são favoritos para CCJ

Apontadas como as mais importantes da Câmara e do Senado, as Comissões de Constituição e Justiça (CCJs) de ambas as Casas podem ser comandadas por parlamentares cujos nomes foram citados em escândalos recentes de corrupção.

Para a CCJ da Câmara, o PT ainda não bateu o martelo, mas o mais cotado é o deputado João Paulo Cunha (SP). Ele é um dos réus do esquema do mensalão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, no processo que está em análise no Supremo Tribunal Federal (STF).

No Senado, o PMDB escolheu Eunício Oliveira (CE), que teve seu nome e o de uma de suas empresas citados no inquérito da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A PF suspeita que uma empresa do senador teria se beneficiado do esquema que desviou dinheiro público e distribuiu propinas no Distrito Federal, no escândalo do mensalão do DEM.

Troco. Segundo maior partido da Câmara, o PMDB se prepara para montar uma barricada na Comissão de Saúde da Casa. Desalojados do Ministério da Saúde pelo PT, os peemedebistas decidiram que vão reivindicar essa comissão para o ex-ministro Saraiva Felipe (MG), surpreendendo os petistas.

Os partidos costumam ficam com as comissões permanentes correspondentes aos ministérios que ocupam. "A bancada de Minas é a segunda maior do PMDB e os oito deputados resolveram indicar o ex-ministro para a comissão", disse ontem o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).

Os petistas esperavam que os peemedebistas optassem pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, considerada a segunda mais importante da Casa. "Se for assim, vamos ficar com as duas comissões mais importantes da Câmara"", observou o deputado André Vargas (PT-PR). Além da Saúde, o PMDB vai pleitear as Comissões de Minas e Energia e Agricultura - ambos os ministérios são ocupados pelo partido.

Fonte: Do jornal o Estado de S.Paulo

Deputados de MT tentam garantir pensão vitalícia

Apesar da repercussão negativa, deputados estaduais de Mato Grosso tentam ressuscitar o Fundo de Assistência Parlamentar (FAP) e garantir a aposentadoria vitalícia dos parlamentares da 16.ª legislatura (2006/2010). Os parlamentares usaram de uma manobra denominada repristinação (que restabelece uma lei revogada) e aprovaram em dezembro a volta do FAP.

O projeto foi vetado pelo governador Silval Barbosa (PMDB). O veto será apreciado até a próxima semana. Caso o veto seja derrubado, os oito deputados que não conseguiram se reeleger receberão o mesmo salário de um deputado que está trabalhando, o equivalente a R$ 15,5 mil por mês. Isso representa um acréscimo de R$ 120 mil mensais aos R$ 360 mil pagos aos deputado que trabalham. Hoje, cerca de 16 deputados recebem o benefício.

A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso acompanha a discussão. O presidente Claudio Stábile disse que esse privilégio atenta contra o princípio constitucional da moralidade e promete tomar medidas para barrar a proposta. "Vamos ingressar com uma Ação Declaratória de Inconstitucionalidade (Adin)."

Stábile disse que espera documentos da Secretaria de Estado de Administração para ajuizar a ação e acabar com a aposentadoria dos cerca de 20 ex-governadores e viúvas de Mato Grosso.

A tendência, segundo a assessoria das Assembleia Legislativa, é pela manutenção do veto. O presidente da Casa, deputado José Riva (PP), disse que é contra a pensão vitalícia. O primeiro secretário, Sergio Ricardo (PR) defende a reestruturação do FAP mas não quis se manifestar sobre o veto.

Fonte: Do jornal o estado de S.Paulo

Congresso - ''salários'' como num assalto

Roberto Macedo - O Estado de S.Paulo

O abusivo aumento de 61,83%(!) da parcela que os congressistas se dão como "salário", ampliada para R$ 26.723,13, veio em 15/12/2010. Deixei o assunto para este início de legislatura, esperando contribuir para que não caia em esquecimento, como querem os que mais uma vez legislaram em causa própria e à custa alheia. E que custos!

A ação lembrou um assalto, premeditada para o apagar da sessão legislativa e coincidente com o fim de ano, época de recesso universal. Isso minimizou ainda mais a reação de um povo traído por maus representantes que no Congresso Nacional, templo de cultivo da fé na democracia e na República, nessa e noutras causas ficam do lado dos que abusam e debocham dos que mantêm a crença. Buscou-se, também, reduzir a reação da imprensa.

A ação veio como numa noite em local mal iluminado e carente de vigilância. Rapidíssima, coisa de minutos, e tomada por encapuzados, pela ausência de votação nominal. Ao comando da capital, foi logo seguida por arrastões nas Assembleias estaduais e Câmaras Municipais, com o mesmo objetivo. Assim, em poucos dias o cidadão comum foi vítima três vezes de uma (des)apropriação de dinheiro sem seu consentimento. Este alguém acha que houve? Que tal um plebiscito?

Onde a ação foi percebida, poucos e abafados gritos. Com nitidez só ouvi os do miniminoritário PSOL, que também protocolou ação contestadora na 5.ª Vara Federal de Brasília.

Suspeitos foram entrevistados, inclusive um novo ocupante do Congresso, de alcunha Tiririca. Viu na ação uma bênção, mas está superada sua pregação usual de que pior do que estava não ficaria. No Congresso já ficou. Quanto aos demais, ressalvadas poucas exceções, empenharam-se em dar à ação um sentido de justiça, mas lembrando justiceiros.

Passemos ao injustificável. Nossa Constituição diz que, nos cargos, funções e empregos da administração pública não organizada sob a forma de empresas, os ganhos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem ser os mais elevados. Ou seja, há esse teto. Mas a destemida ação viu no teto um piso, indicando que no Congresso o regime é um de pernas para o ar. Para confundir as coisas, houve porcentuais ainda maiores para os até então de fato irrisórios salários do presidente da República e de seus ministros, trazendo sua remuneração para o mesmo valor citado, que também chegou ao vice-presidente.

Ora, o trabalho dos parlamentares não tem as mesmas responsabilidades e os mesmos requisitos de qualificação e de carreira dos ministros do STF, nem o mesmo regime de dedicação exclusiva, que também alcança o presidente da República e seus ministros. Parlamentares costumam manter outras ocupações, num espectro que varia de trabalhadores sindicalistas a empresários empregadores, passando por agropecuaristas, profissionais liberais e outras, e não há nem acompanhamento nem fiscalização do tempo que gastam e do que ganham nessas atividades, direta ou indiretamente. Aliás, pesquisa recente do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) mostrou que empresários representam 47,9% dos deputados federais e 33,3% dos senadores da nova legislatura.

Em geral os parlamentares ficam três dias por semana em Brasília e não sei de um rígido controle de ausências e de seus descontos. E há recessos e folgas de montão, inclusive para cuidar de reeleições. Ademais, salários autênticos não são determinados pelos próprios assalariados. Também por não corresponder a uma clara contraprestação por trabalho prestado, sujeito ao comando de um empregador, esse nome não cabe a rendimentos de parlamentares, daí as aspas colocadas. Honorário tampouco serve. Sugiro excelenciário, pois no Congresso todos são excelências, e nem mesmo os petistas se tratam como companheiros, trabalhadores ou assalariados. E há as demais verbas auto-outorgadas pelos congressistas, de maiores valores (até R$ 98,3 mil mensais para deputados federais e R$ 119,8 mil para senadores), e distorções. Em larga medida custeiam mordomias e equivalem ao financiamento público de campanhas permanentes, ao qual não têm acesso candidatos sem mandato. Para esse adicional proponho excrescêncio.

O que fazer? Na imprensa tradicional, o assunto sumiu neste início de ano. Uma razão é ela ser muito voltada para novidades, relativamente às notícias passadas. A opinião não é só minha. A jornalista Arianna Huffington, cofundadora e chefe de redação do jornal digital Huffington Post, e referência nesse tipo de jornal, disse à Folha de S.Paulo (23/12/2010): "A mídia tradicional introduz uma notícia e depois a abandona." Adicionou que para gerar impacto na web o jornalismo digital precisa "manter os assuntos vivos de forma obsessiva". De fato, o digital também oferece notícias estocadas, permitindo que recebam novos aportes, o tal "follow-up", e facilita a interação com leitores. Portanto, que esses e outros assuntos gravíssimos, mas moribundos no noticiário, recebam essa atenção da mídia digital, com a contribuição das redes sociais, e sem prejuízo do enorme e indispensável papel da tradicional.

Também usando a web se pode inundar com e-mails de protesto os gabinetes parlamentares. As conexões são: www2.camara.gov.br/participe/fale-com-o-deputado e www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/fale_senado.asp. Cuidado com a primeira, pois se abre com a opção de elogiar, a inicial, já marcada com uma bolinha. A de protestar é a última.

De "seu lado", em geral a "oposição" ficou calada. Quanto ao PSOL, merece cumprimentos, mas espera-se que seja coerente e que seus parlamentares devolvam mensalmente o que veem como excedente, num procedimento a que os demais inconformados deveriam aderir. Ficando hoje apenas no excelenciário, e contando os referidos três dias por semana, um valor de 3/5 (R$ 16.033,88) do teto estaria de bom tamanho para não gazeteiros.

ECONOMISTA (UFMG, USP E HARVARD), PROFESSOR ASSOCIADO À FAAP, É VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

OS PARLAMENTARES PROCESSADOS E O QUE ELES DIZEM SOBRE AS ACUSAÇÕES

Ao menos 59 dos 513 deputados federais que tomam posse ontem terça-feira (1º) chegam à Câmara na condição de réus em ações penais, ou seja, respondem a processos nos quais são acusados de crimes, de acordo com levantamento realizado pelo G1 em 61 tribunais, entre eles o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). click nos nomes para saber quais as acusações que esses "excelentíssimos" parlamentares respodem .

Abelardo Camarinha (PSB-SP)

Abelardo Lupion (DEM-PR)

Ademir Camilo (PDT-MG)

Aelton Freitas (PR-MG)

Alexandre Roso (PSB-RS)

André Moura (PSC-SE)

Aníbal Gomes (PMDB-CE)

Anthony Garotinho (PR-RJ)

Antônia Lúcia Câmara (PSC-AC)

Asdrubal Bentes (PMDB-PA)

Bernardo Santana (PR-MG)

Beto Mansur (PP-SP)

Carlos Bezerra (PMDB-MT)

Carlos Magno (PP-RO)

César Halum (PPS-TO)

Cleber Verde (PRB-MA)

Dimas Fabiano (PP-MG)

Edson Giroto (PR-MS)

Eduardo Azeredo (PSDB-MG)

Eliene Lima (PP-MT)

Fernando Torres (DEM-BA)

Fernando Giacobo (PR-PR)

Flaviano Melo (PMDB-AC)

Francisco Floriano (PR-RJ)

Geraldo Simões (PT-BA)

Giovanni Queiroz (PDT-PA)

Herbson 'Berinho' Bantim (PSDB-RR)

Hugo Napoleão (DEM-PI)

Jânio Natal (PRP-BA)

Jaqueline Roriz (PMN-DF)

João Lyra (PTB-AL)

João Paulo Cunha (PT-SP)

João Paulo Lima (PT-PE)

João Rodrigues (DEM-SC)

Joaquim Lira Maia (DEM-PA)

José Augusto Maia (PTB-PE)

Marçal Filho (PMDB-MS)

Marco Antonio Tebaldi (PSDB-SC)

Maria Dalva, a Professora Dalva (PT-AP)

Maurício Trindade (PR-BA)

Natan Donadon (PMDB-RO)

Oziel Alves Oliveira (PDT-BA)

Pastor Heleno (PRB-SE)

Paulo César Justo Quarteiro (DEM-RR)

Paulo Pereira da Silva (PDT-SP)

Paulo Maluf (PP-SP)

Pedro Henry (PP-MT)

Protógenes Queiroz (PC do B-SP)

Raimundo Macêdo (PMDB-CE)

Roberto Britto (PP-BA)

Romário de Souza Faria (PSB-RJ)

Sabino Castelo Branco (PTB-AM)

Sandro Mabel (PR-GO)

Sebastião Bala (PDT-AP)

Sérgio Moraes (PTB-RS)

Silas Câmara (PSC-AM)

Valdemar Costa Neto (PR-SP)

Valmir Assunção (PT-BA)

Wladimir Costa (PMDB-PA)


Parlamento sueco dá exemplo de transparência

Sarney é eleito presidente do Senado pela quarta vez: onde está a oposição?

Já ouviu falar em pagar taxa de Reclamação, cidadão paga taxa por reclamação em Ipatinga MG

Moradores precisam pagar para fazer qualquer tipo de reclamação na prefeitura. Essa é a realidade de Ipatinga, no Vale do Aço.

Confira aqui a matéria da TV Alterosa

MS: cidade marcada por escândalo de corrupção ainda enfrenta as consequências

Deputado cassado é eleito presidente da Assembleia do MT

Acusado pelo Ministério Público de Mato Grosso de ser o articulador de um suposto esquema de corrupção que desviou mais de R$ 200 milhões dos cofres públicos, o deputado José Riva (PP) foi eleito nesta terça-feira presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Esta é a quinta vez que o cargo será ocupado por Riva, que teve seu mandato cassado no ano passado sob acusação de compra de votos.

Candidato único à presidência da Assembleia, Riva recebeu 22 votos a seu favor. Um deputado votou contra a nomeação de Riva e outro se absteve. "Trabalharemos sempre em colegiado", prometeu Riva em seu discurso de vitória.

Riva também reforçou o papel do Legislativo. "Acredito que o Poder Legislativo deve ajudar o Executivo, as organizações não governamentais e as universidades, no papel de pensar e buscar modificar, para melhor, o espaço em que vivemos", afirmou. O presidente também defendeu uma relação "madura" e de "equilíbrio" entre os poderes.

Em julho de 2010, Riva teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), acusado de compra de votos e prática de "caixa dois" nas eleições de 2006. Nas eleições de outubro, Riva voltou à Assembleia como o deputado mais votado do Estado, com 93.594 votos. Ao todo, ele é réu em 102 ações civis de improbidade administrativa, segundo o MP.

Fonte: Terra


Novo presidente da Câmara: povo terá orgulho dos deputados

Marco Maia foi eleito em primeiro turno, em disputa com Sandro Mabel, Chico Alencar e Jair Bolsonaro. Fazem parte da nova Mesa Diretora, como titulares, a deputada Rose de Freitas e os deputados Eduardo da Fonte, Eduardo Gomes, Jorge Tadeu Mudalen, Inocêncio Oliveira e Júlio Delgado.

Com 375 votos, o deputado Marco Maia (PT-RS) foi eleito, na noite desta terça-feira, presidente da Câmara dos Deputados, para exercer o mandato até fevereiro de 2013. Maia venceu a disputa em primeiro turno e o deputado Sandro Mabel (PR-GO) ficou em segundo lugar, com 106 votos. Chico Alencar (Psol-RJ) e Jair Bolsonaro (PP-RJ) obtiveram 16 e 9 votos, respectivamente. Houve três votos em branco. Ao assumir o cargo, Maia disse que se sente honrado e ressaltou não ter dúvidas de que a Câmara produzirá uma boa pauta "para o povo brasileiro se orgulhar dos deputados eleitos para representar seus interesses".

Da Agência Câmara

Sarney diz que confiança dos senadores conforta, redime e aumenta responsabilidades do seu 4º mandato na Presidência

Com os votos de 70 dos 81 senadores, José Sarney foi reeleito presidente do Senado no início da tarde. "A confiança dos meus ilustres colegas conforta, redime e aumenta as minhas responsabilidades", destacou em discurso emocionado quanto também ressaltou o compromisso com a independência do Poder Legislativo: "É a Constituição que define nosso rumo ao traçar que os Poderes são harmônicos, mas — acrescenta, como dever — independentes. Temos que participar da formulação das políticas públicas, influir nas decisões, opinar, resistir e apoiar no que for do interesse nacional."

Íntegra do discurso

Da Agência Senado

Ministro Peluso abre Ano Judiciário e propõe novo Pacto Republicano


Tomo a liberdade de lançar aqui, de modo formal, a ideia de firmarmos o III Pacto Republicano para, em substância, dar continuidade ao processo de aprimoramento da ordem jurídica e consolidar o processo de modernização da máquina judiciária”. A proposta foi apresentada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, às autoridades presentes à solenidade de abertura do Ano Judiciário 2011, realizada na manhã de hoje (1º), no Plenário da Suprema Corte.

Leia a íntegra do discurso do ministro Cezar Peluso.

Fonte: STF

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010