´´De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.`` Rui Barbosa

domingo, 6 de fevereiro de 2011

em M.S: MURILO ZAUITH É ELEITO O NOVO PREFEITO DE DOURADOS


A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul realizou hoje a eleição extraordinária em Dourados para que os eleitores escolhessem o novo Prefeito e Vice-Presidente desse município. Às 18h45 (horário local), encerrou a apuração das 384 urnas. Com a totalização final dos votos, o candidato Murilo Zauith (DEM) foi o vencedor dessas eleições e escolhido para ser o novo Prefeito de Dourados juntamente com a sua Vice, Dinaci Ranzi (PT). Zauith foi eleito com 70.906 votos, ou seja, 80,06% do total de votos dos eleitores que compareceram às urnas.

Do total de 139.281 eleitores, 101.135 votaram e 38.146 não compareceram. Do total de 101.135 que votaram, 5.745 votaram em branco e 6.829 votaram nulo. O novo Presidente do TRE-MS, Des. Josué de Oliveira, e os Juízes Eleitorais da 18ª ZE e 43ª ZE de Dourados acompanharam - de perto – a votação nas seções eleitorais, inclusive em aldeias indígenas.

Foram usadas 384 urnas eletrônicas nas 384 seções eleitorais. Somente cinco urnas apresentaram algum tipo de problema, sendo necessário substituir duas.

Os dois cartórios de Dourados, 18ª ZE e 43ª ZE, convocaram 1.536 mesários para trabalhar na eleição desse domingo. O custo estimado da eleição em Dourados e o orçamento disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral para o TRE-MS foi de R$ 330.658,00.

A eleição extraordinária de Dourados foi determinada pela Justiça Eleitoral após as renúncias do então prefeito, Ari Artuzi, e do seu vice Carlinhos Cantor, em razão das suas prisões por denúncias de corrupção na administração municipal.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRE-MS.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Trocando as bolas ! De novo Claudio Humberto ?

O jornalista Claudio Humberto novamente troca MS por MT.

Veja na coluna de hoje: (04/02/2011) -Escolha infeliz

O PSDB deve indicar para a Comissão de Infraestrutura a senadora Marisa Serrano (MT), aquela que não conseguiu controlar a CPI dos Cartões Corporativos. Não diferencia nota fiscal de fatura.

Dias desses (14 / 11 /2010 ) trocou também ! - De olho nos negócios

Derrotado nas urnas do Ceará, o senador Tasso Jereissati (PSDB) se prepara para construir um grande shopping center em Belém do Pará. Ele também planeja um segundo em Campo Grande (MT).


Claudio Humberto ! Campo Grande fica em M.S e não M.T

Dênis Carlos Medeiros
Campo Grande - MS

  1. Geografia de Mato Grosso

  2. Geografia de Mato Grosso do Sul



De olho nos negócios

Derrotado nas urnas do Ceará, o senador Tasso Jereissati (PSDB) se prepara para construir um grande shopping center em Belém do Pará. Ele também planeja um segundo em Campo Grande (MT).


Conforme arquivo impresso acima

ISSO SIM É ESCOLHA INFELIZ !

Envolvidos em escândalos são favoritos para CCJ

Apontadas como as mais importantes da Câmara e do Senado, as Comissões de Constituição e Justiça (CCJs) de ambas as Casas podem ser comandadas por parlamentares cujos nomes foram citados em escândalos recentes de corrupção.

Para a CCJ da Câmara, o PT ainda não bateu o martelo, mas o mais cotado é o deputado João Paulo Cunha (PT-SP). Ele é um dos réus do esquema do mensalão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, no processo que está em análise no Supremo Tribunal Federal (STF). G1 - João Paulo Cunha (PT-SP) - notícias em Política


No Senado, o PMDB escolheu o senador Eunício Oliveira (CE), que teve seu nome e o de uma de suas empresas citados no inquérito da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A PF suspeita que uma empresa do senador teria se beneficiado do esquema que desviou dinheiro público e distribuiu propinas no Distrito Federal, no escândalo do mensalão do DEM. Eunício de Oliveira « Brasília Limpa

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Novo pedido de vista adia decisão sobre a primeira eleição em Paraíso das Águas-MS

Pedido de vista da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha suspendeu, na noite desta quinta-feira (3), o julgamento de pedido feito Ministério Público Eleitoral (MPE) para anular resolução do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS) que determinou a realização das primeiras eleições do município de Paraíso das Águas (MS) fora das regras previstas na Constituição Federal. O município foi criado em 2003, a partir do desmembramento de outros três municípios em Mato Grosso do Sul.

Até o momento, há um voto para anular a determinação do TRE-MS, do relator da matéria, ministro Aldir Passarinho Junior. Para ele, o pleito deve ser realizado segundo as regras constitucionais que determinam que a eleição do prefeito, do vice-prefeito e dos vereadores deve ser feita por meio de votação direta realizada simultaneamente em todo o país.

Para o relator da matéria, as eleições do novo município devem ser realizadas seguindo as regras do inciso I do artigo 29 da Constituição Federal. Esse dispositivo determina que a eleição do prefeito, do vice-prefeito e dos vereadores, para mandato de quatro anos, deve ser feita mediante pleito direto e simultâneo a ser realizado em todo o país. A regra se repete no inciso II do parágrafo único do artigo 1º da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições).

O ministro Passarinho Junior ressaltou hoje que o TSE respondeu a uma consulta sobre o tema e confirmou a regra da simultaneidade das eleições para municípios criados após 31 de dezembro de 2006.

O ministro votou nesse sentido no dia 28 de agosto do ano passado, quando o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.

Voto vista

Hoje, Toffoli divergiu do relator ao afirmar que o pleito do novo município não pode esperar as próximas eleições municipais. O ministro manteve a decisão administrativa do TRE-MS, que, no caso, ficaria responsável por reeditar o calendário eleitoral do novo município.

“Entendo que, tendo sido formalizada a criação de um novo município, não me parece razoável que se determine a espera da data designada para as próximas eleições de âmbito municipal para a escolha de seus governantes”, disse o ministro Toffoli.

Para ele, após a criação de um novo município, sua instalação deve ser formalizada com a “máxima brevidade possível”, até mesmo como forma de respeito ao primado da soberania popular, segundo o qual todo poder emana do povo. De acordo com o ministro, permitir que a eleição aguarde meses ou, como no caso específico, anos, viola o pacto federativo.

Em seguida, a ministra Cármen Lúcia antecipou seu pedido de vista, suspendendo novamente o julgamento.

Histórico

O TRE-MS havia determinado que as eleições de Paraíso das Águas seriam realizadas em 14 de março de 2010, mas no dia em 11 de fevereiro do mesmo ano o pleito foi suspenso por decisão do plenário do TSE, que concedeu o pedido de liminar feito pelo MPE. Agora, os ministros analisam o mérito da ação do Ministério Público Eleitoral.

O município de Paraíso das Águas foi criado a partir do desmembramento de Água Clara, Costa Rica e Chapadão do Sul. A criação da cidade foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3018). Alegou-se que a lei estadual que determinou o desmembramento não teria cumprido requisitos constitucionais. Com a Emenda Constitucional 57/08, a criação do município foi validada e a ADI foi arquivada por perda de objeto.

A emenda constitucional 57 acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias para convalidar os atos de criação, fusão, incorporação e desmembramento de municípios. O artigo tem a seguinte redação:

"Art. 96. Ficam convalidados os atos de criação, fusão, incorporação e desmembramento de Municípios, cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006, atendidos os requisitos estabelecidos na legislação do respectivo Estado à época de sua criação”.

Fonte: TSE

Envolvidos em escândalos são favoritos para CCJ

Apontadas como as mais importantes da Câmara e do Senado, as Comissões de Constituição e Justiça (CCJs) de ambas as Casas podem ser comandadas por parlamentares cujos nomes foram citados em escândalos recentes de corrupção.

Para a CCJ da Câmara, o PT ainda não bateu o martelo, mas o mais cotado é o deputado João Paulo Cunha (SP). Ele é um dos réus do esquema do mensalão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, no processo que está em análise no Supremo Tribunal Federal (STF).

No Senado, o PMDB escolheu Eunício Oliveira (CE), que teve seu nome e o de uma de suas empresas citados no inquérito da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A PF suspeita que uma empresa do senador teria se beneficiado do esquema que desviou dinheiro público e distribuiu propinas no Distrito Federal, no escândalo do mensalão do DEM.

Troco. Segundo maior partido da Câmara, o PMDB se prepara para montar uma barricada na Comissão de Saúde da Casa. Desalojados do Ministério da Saúde pelo PT, os peemedebistas decidiram que vão reivindicar essa comissão para o ex-ministro Saraiva Felipe (MG), surpreendendo os petistas.

Os partidos costumam ficam com as comissões permanentes correspondentes aos ministérios que ocupam. "A bancada de Minas é a segunda maior do PMDB e os oito deputados resolveram indicar o ex-ministro para a comissão", disse ontem o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).

Os petistas esperavam que os peemedebistas optassem pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, considerada a segunda mais importante da Casa. "Se for assim, vamos ficar com as duas comissões mais importantes da Câmara"", observou o deputado André Vargas (PT-PR). Além da Saúde, o PMDB vai pleitear as Comissões de Minas e Energia e Agricultura - ambos os ministérios são ocupados pelo partido.

Fonte: Do jornal o Estado de S.Paulo

Deputados de MT tentam garantir pensão vitalícia

Apesar da repercussão negativa, deputados estaduais de Mato Grosso tentam ressuscitar o Fundo de Assistência Parlamentar (FAP) e garantir a aposentadoria vitalícia dos parlamentares da 16.ª legislatura (2006/2010). Os parlamentares usaram de uma manobra denominada repristinação (que restabelece uma lei revogada) e aprovaram em dezembro a volta do FAP.

O projeto foi vetado pelo governador Silval Barbosa (PMDB). O veto será apreciado até a próxima semana. Caso o veto seja derrubado, os oito deputados que não conseguiram se reeleger receberão o mesmo salário de um deputado que está trabalhando, o equivalente a R$ 15,5 mil por mês. Isso representa um acréscimo de R$ 120 mil mensais aos R$ 360 mil pagos aos deputado que trabalham. Hoje, cerca de 16 deputados recebem o benefício.

A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso acompanha a discussão. O presidente Claudio Stábile disse que esse privilégio atenta contra o princípio constitucional da moralidade e promete tomar medidas para barrar a proposta. "Vamos ingressar com uma Ação Declaratória de Inconstitucionalidade (Adin)."

Stábile disse que espera documentos da Secretaria de Estado de Administração para ajuizar a ação e acabar com a aposentadoria dos cerca de 20 ex-governadores e viúvas de Mato Grosso.

A tendência, segundo a assessoria das Assembleia Legislativa, é pela manutenção do veto. O presidente da Casa, deputado José Riva (PP), disse que é contra a pensão vitalícia. O primeiro secretário, Sergio Ricardo (PR) defende a reestruturação do FAP mas não quis se manifestar sobre o veto.

Fonte: Do jornal o estado de S.Paulo

Congresso - ''salários'' como num assalto

Roberto Macedo - O Estado de S.Paulo

O abusivo aumento de 61,83%(!) da parcela que os congressistas se dão como "salário", ampliada para R$ 26.723,13, veio em 15/12/2010. Deixei o assunto para este início de legislatura, esperando contribuir para que não caia em esquecimento, como querem os que mais uma vez legislaram em causa própria e à custa alheia. E que custos!

A ação lembrou um assalto, premeditada para o apagar da sessão legislativa e coincidente com o fim de ano, época de recesso universal. Isso minimizou ainda mais a reação de um povo traído por maus representantes que no Congresso Nacional, templo de cultivo da fé na democracia e na República, nessa e noutras causas ficam do lado dos que abusam e debocham dos que mantêm a crença. Buscou-se, também, reduzir a reação da imprensa.

A ação veio como numa noite em local mal iluminado e carente de vigilância. Rapidíssima, coisa de minutos, e tomada por encapuzados, pela ausência de votação nominal. Ao comando da capital, foi logo seguida por arrastões nas Assembleias estaduais e Câmaras Municipais, com o mesmo objetivo. Assim, em poucos dias o cidadão comum foi vítima três vezes de uma (des)apropriação de dinheiro sem seu consentimento. Este alguém acha que houve? Que tal um plebiscito?

Onde a ação foi percebida, poucos e abafados gritos. Com nitidez só ouvi os do miniminoritário PSOL, que também protocolou ação contestadora na 5.ª Vara Federal de Brasília.

Suspeitos foram entrevistados, inclusive um novo ocupante do Congresso, de alcunha Tiririca. Viu na ação uma bênção, mas está superada sua pregação usual de que pior do que estava não ficaria. No Congresso já ficou. Quanto aos demais, ressalvadas poucas exceções, empenharam-se em dar à ação um sentido de justiça, mas lembrando justiceiros.

Passemos ao injustificável. Nossa Constituição diz que, nos cargos, funções e empregos da administração pública não organizada sob a forma de empresas, os ganhos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem ser os mais elevados. Ou seja, há esse teto. Mas a destemida ação viu no teto um piso, indicando que no Congresso o regime é um de pernas para o ar. Para confundir as coisas, houve porcentuais ainda maiores para os até então de fato irrisórios salários do presidente da República e de seus ministros, trazendo sua remuneração para o mesmo valor citado, que também chegou ao vice-presidente.

Ora, o trabalho dos parlamentares não tem as mesmas responsabilidades e os mesmos requisitos de qualificação e de carreira dos ministros do STF, nem o mesmo regime de dedicação exclusiva, que também alcança o presidente da República e seus ministros. Parlamentares costumam manter outras ocupações, num espectro que varia de trabalhadores sindicalistas a empresários empregadores, passando por agropecuaristas, profissionais liberais e outras, e não há nem acompanhamento nem fiscalização do tempo que gastam e do que ganham nessas atividades, direta ou indiretamente. Aliás, pesquisa recente do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) mostrou que empresários representam 47,9% dos deputados federais e 33,3% dos senadores da nova legislatura.

Em geral os parlamentares ficam três dias por semana em Brasília e não sei de um rígido controle de ausências e de seus descontos. E há recessos e folgas de montão, inclusive para cuidar de reeleições. Ademais, salários autênticos não são determinados pelos próprios assalariados. Também por não corresponder a uma clara contraprestação por trabalho prestado, sujeito ao comando de um empregador, esse nome não cabe a rendimentos de parlamentares, daí as aspas colocadas. Honorário tampouco serve. Sugiro excelenciário, pois no Congresso todos são excelências, e nem mesmo os petistas se tratam como companheiros, trabalhadores ou assalariados. E há as demais verbas auto-outorgadas pelos congressistas, de maiores valores (até R$ 98,3 mil mensais para deputados federais e R$ 119,8 mil para senadores), e distorções. Em larga medida custeiam mordomias e equivalem ao financiamento público de campanhas permanentes, ao qual não têm acesso candidatos sem mandato. Para esse adicional proponho excrescêncio.

O que fazer? Na imprensa tradicional, o assunto sumiu neste início de ano. Uma razão é ela ser muito voltada para novidades, relativamente às notícias passadas. A opinião não é só minha. A jornalista Arianna Huffington, cofundadora e chefe de redação do jornal digital Huffington Post, e referência nesse tipo de jornal, disse à Folha de S.Paulo (23/12/2010): "A mídia tradicional introduz uma notícia e depois a abandona." Adicionou que para gerar impacto na web o jornalismo digital precisa "manter os assuntos vivos de forma obsessiva". De fato, o digital também oferece notícias estocadas, permitindo que recebam novos aportes, o tal "follow-up", e facilita a interação com leitores. Portanto, que esses e outros assuntos gravíssimos, mas moribundos no noticiário, recebam essa atenção da mídia digital, com a contribuição das redes sociais, e sem prejuízo do enorme e indispensável papel da tradicional.

Também usando a web se pode inundar com e-mails de protesto os gabinetes parlamentares. As conexões são: www2.camara.gov.br/participe/fale-com-o-deputado e www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/fale_senado.asp. Cuidado com a primeira, pois se abre com a opção de elogiar, a inicial, já marcada com uma bolinha. A de protestar é a última.

De "seu lado", em geral a "oposição" ficou calada. Quanto ao PSOL, merece cumprimentos, mas espera-se que seja coerente e que seus parlamentares devolvam mensalmente o que veem como excedente, num procedimento a que os demais inconformados deveriam aderir. Ficando hoje apenas no excelenciário, e contando os referidos três dias por semana, um valor de 3/5 (R$ 16.033,88) do teto estaria de bom tamanho para não gazeteiros.

ECONOMISTA (UFMG, USP E HARVARD), PROFESSOR ASSOCIADO À FAAP, É VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

OS PARLAMENTARES PROCESSADOS E O QUE ELES DIZEM SOBRE AS ACUSAÇÕES

Ao menos 59 dos 513 deputados federais que tomam posse ontem terça-feira (1º) chegam à Câmara na condição de réus em ações penais, ou seja, respondem a processos nos quais são acusados de crimes, de acordo com levantamento realizado pelo G1 em 61 tribunais, entre eles o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). click nos nomes para saber quais as acusações que esses "excelentíssimos" parlamentares respodem .

Abelardo Camarinha (PSB-SP)

Abelardo Lupion (DEM-PR)

Ademir Camilo (PDT-MG)

Aelton Freitas (PR-MG)

Alexandre Roso (PSB-RS)

André Moura (PSC-SE)

Aníbal Gomes (PMDB-CE)

Anthony Garotinho (PR-RJ)

Antônia Lúcia Câmara (PSC-AC)

Asdrubal Bentes (PMDB-PA)

Bernardo Santana (PR-MG)

Beto Mansur (PP-SP)

Carlos Bezerra (PMDB-MT)

Carlos Magno (PP-RO)

César Halum (PPS-TO)

Cleber Verde (PRB-MA)

Dimas Fabiano (PP-MG)

Edson Giroto (PR-MS)

Eduardo Azeredo (PSDB-MG)

Eliene Lima (PP-MT)

Fernando Torres (DEM-BA)

Fernando Giacobo (PR-PR)

Flaviano Melo (PMDB-AC)

Francisco Floriano (PR-RJ)

Geraldo Simões (PT-BA)

Giovanni Queiroz (PDT-PA)

Herbson 'Berinho' Bantim (PSDB-RR)

Hugo Napoleão (DEM-PI)

Jânio Natal (PRP-BA)

Jaqueline Roriz (PMN-DF)

João Lyra (PTB-AL)

João Paulo Cunha (PT-SP)

João Paulo Lima (PT-PE)

João Rodrigues (DEM-SC)

Joaquim Lira Maia (DEM-PA)

José Augusto Maia (PTB-PE)

Marçal Filho (PMDB-MS)

Marco Antonio Tebaldi (PSDB-SC)

Maria Dalva, a Professora Dalva (PT-AP)

Maurício Trindade (PR-BA)

Natan Donadon (PMDB-RO)

Oziel Alves Oliveira (PDT-BA)

Pastor Heleno (PRB-SE)

Paulo César Justo Quarteiro (DEM-RR)

Paulo Pereira da Silva (PDT-SP)

Paulo Maluf (PP-SP)

Pedro Henry (PP-MT)

Protógenes Queiroz (PC do B-SP)

Raimundo Macêdo (PMDB-CE)

Roberto Britto (PP-BA)

Romário de Souza Faria (PSB-RJ)

Sabino Castelo Branco (PTB-AM)

Sandro Mabel (PR-GO)

Sebastião Bala (PDT-AP)

Sérgio Moraes (PTB-RS)

Silas Câmara (PSC-AM)

Valdemar Costa Neto (PR-SP)

Valmir Assunção (PT-BA)

Wladimir Costa (PMDB-PA)


Parlamento sueco dá exemplo de transparência

Sarney é eleito presidente do Senado pela quarta vez: onde está a oposição?

Já ouviu falar em pagar taxa de Reclamação, cidadão paga taxa por reclamação em Ipatinga MG

Moradores precisam pagar para fazer qualquer tipo de reclamação na prefeitura. Essa é a realidade de Ipatinga, no Vale do Aço.

Confira aqui a matéria da TV Alterosa

MS: cidade marcada por escândalo de corrupção ainda enfrenta as consequências

Deputado cassado é eleito presidente da Assembleia do MT

Acusado pelo Ministério Público de Mato Grosso de ser o articulador de um suposto esquema de corrupção que desviou mais de R$ 200 milhões dos cofres públicos, o deputado José Riva (PP) foi eleito nesta terça-feira presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Esta é a quinta vez que o cargo será ocupado por Riva, que teve seu mandato cassado no ano passado sob acusação de compra de votos.

Candidato único à presidência da Assembleia, Riva recebeu 22 votos a seu favor. Um deputado votou contra a nomeação de Riva e outro se absteve. "Trabalharemos sempre em colegiado", prometeu Riva em seu discurso de vitória.

Riva também reforçou o papel do Legislativo. "Acredito que o Poder Legislativo deve ajudar o Executivo, as organizações não governamentais e as universidades, no papel de pensar e buscar modificar, para melhor, o espaço em que vivemos", afirmou. O presidente também defendeu uma relação "madura" e de "equilíbrio" entre os poderes.

Em julho de 2010, Riva teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), acusado de compra de votos e prática de "caixa dois" nas eleições de 2006. Nas eleições de outubro, Riva voltou à Assembleia como o deputado mais votado do Estado, com 93.594 votos. Ao todo, ele é réu em 102 ações civis de improbidade administrativa, segundo o MP.

Fonte: Terra


Novo presidente da Câmara: povo terá orgulho dos deputados

Marco Maia foi eleito em primeiro turno, em disputa com Sandro Mabel, Chico Alencar e Jair Bolsonaro. Fazem parte da nova Mesa Diretora, como titulares, a deputada Rose de Freitas e os deputados Eduardo da Fonte, Eduardo Gomes, Jorge Tadeu Mudalen, Inocêncio Oliveira e Júlio Delgado.

Com 375 votos, o deputado Marco Maia (PT-RS) foi eleito, na noite desta terça-feira, presidente da Câmara dos Deputados, para exercer o mandato até fevereiro de 2013. Maia venceu a disputa em primeiro turno e o deputado Sandro Mabel (PR-GO) ficou em segundo lugar, com 106 votos. Chico Alencar (Psol-RJ) e Jair Bolsonaro (PP-RJ) obtiveram 16 e 9 votos, respectivamente. Houve três votos em branco. Ao assumir o cargo, Maia disse que se sente honrado e ressaltou não ter dúvidas de que a Câmara produzirá uma boa pauta "para o povo brasileiro se orgulhar dos deputados eleitos para representar seus interesses".

Da Agência Câmara

Sarney diz que confiança dos senadores conforta, redime e aumenta responsabilidades do seu 4º mandato na Presidência

Com os votos de 70 dos 81 senadores, José Sarney foi reeleito presidente do Senado no início da tarde. "A confiança dos meus ilustres colegas conforta, redime e aumenta as minhas responsabilidades", destacou em discurso emocionado quanto também ressaltou o compromisso com a independência do Poder Legislativo: "É a Constituição que define nosso rumo ao traçar que os Poderes são harmônicos, mas — acrescenta, como dever — independentes. Temos que participar da formulação das políticas públicas, influir nas decisões, opinar, resistir e apoiar no que for do interesse nacional."

Íntegra do discurso

Da Agência Senado

Ministro Peluso abre Ano Judiciário e propõe novo Pacto Republicano


Tomo a liberdade de lançar aqui, de modo formal, a ideia de firmarmos o III Pacto Republicano para, em substância, dar continuidade ao processo de aprimoramento da ordem jurídica e consolidar o processo de modernização da máquina judiciária”. A proposta foi apresentada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, às autoridades presentes à solenidade de abertura do Ano Judiciário 2011, realizada na manhã de hoje (1º), no Plenário da Suprema Corte.

Leia a íntegra do discurso do ministro Cezar Peluso.

Fonte: STF

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010