´´De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.`` Rui Barbosa

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Diretor da Abin defende sigilo de gastos da Presidência da República

Durante reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Cartões Corporativos, nesta quarta-feira (9), o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Fernando da Costa Lacerda, defendeu a manutenção do sigilo de gastos com cartões corporativos de funcionários da Presidência da República. Ele considera a preservação desse sigilo fundamental para a manutenção da segurança da Presidência da República.

- O rigor da segurança do primeiro mandatário do país tem que ser observado em todos os aspectos. O sigilo é absolutamente necessário. Os profissionais que trabalham na segurança do presidente da República são pessoas capacitadas, muitos com cursos no exterior, e têm que ser protegidos - afirmou.

Lacerda explicou que apenas 16,9% dos gastos da Abin são considerados sigilosos e que, apesar de estarem nessa condição, são auditados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e por órgão de controle interno do Poder Executivo. O dirigente informou ainda que, em 2007, a agência recebeu orçamento de R$ 69 milhões, dos quais R$ 11 milhões ficaram sob a chancela de sigilo.

- Mas sigilo não significa inexistência de controle sobre esses gastos - assegurou.

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http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=73567&codAplicativo=2

da Agência Senado

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