JOÃO PESSOA - O Sistema Correio de Comunicação (jornal Correio, oito emissoras de rádio e uma emissora de TV afiliada à Rede Record) está impedido, desde o início da noite de ontem, de divulgar revelações contidas no inquérito da Polícia Federal (PF) que investigou o caso do dinheiro (R$ 304 mil) jogado pela janela da sala 103 do edifício Concorde, em João Pessoa, a dois dias do segundo turno das eleições de 2006. A decisão foi do juiz Aluizio Bezerra Filho, da 64ª Zona Eleitoral de João Pessoa.
O inquérito aponta que o empresário Olavo Cruz, dono da sala e acusado de ser o responsável pelo dinheiro, recebia R$ 62 mil do governo da Paraíba por mês pelo aluguel de 30 carros que teriam sido utilizados na campanha à reeleição do governador Cássio Cunha Lima (PSDB), cassado duas vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por crime eleitoral.
Veja a matéria completa abaixo
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac155257,0.htm
da Agência estado
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