´´De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.`` Rui Barbosa

domingo, 22 de junho de 2008

"O mundo se voltou contra mim"

Alvo do maior número de processos no STF entre os parlamentares, Neudo Campos desqualifica denúncias e diz que voltará a governar RR em 2011

Líder em número de processos no Supremo Tribunal Federal (STF) entre os 594 parlamentares, o deputado Neudo Campos (PP-RR) trabalha para vencer mais que as 17 acusações a que responde na mais alta corte do país. Cinco anos após ter sido preso pela Polícia Federal, acusado de comandar um esquema que desviou R$ 230 milhões dos cofres públicos, de acordo com a denúncia, o ex-governador de Roraima já articula abertamente seu retorno ao governo do estado nas eleições de 2010. Para isso, costura o apoio de ex-adversários políticos.

direto de
http://congressoemfoco.ig.com.br/DetEspeciais.aspx?id=22880

quinta-feira, 19 de junho de 2008

"CQC" protesta contra proibição de acesso à Câmara e ao Senado

O programa "CQC (Custe o Que Custar)", da Band, iniciou hoje, pela manhã, um protesto em frente ao Congresso Nacional contra a proibição de acesso às dependências da Câmara e do Senado. O jornalista Rafinha Bastos, que participa do programa, lidera o protesto. O Congresso vetou o credenciamento dos jornalistas, cuja característica é a irreverência, sob uma alegação risível: programas de humor como “CQC”, “Pânico na TV!” e “Casseta & Planeta” têm tratamento idêntico. Ou seja, não podem fazer concorrência aos senhores parlamentares. O programa - que é comandado pelo excelente Marcelo Tass - desenvolve uma campanha na internet, já com 120 mil assinaturas de pessoas contrária à censura. Há cerca de dois meses, os repórteres do CQC foram expulsos da Câmara após fazerem perguntas impertinentes ao deoutrado mensaleiro Jospé Genoino (PT-SP) e ao presidente truculento da Câmara, Arlindo Chinaglia.

direto de claudiohumberto.com.br

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Você acha que o CQC tem direito a entrar no Congresso?

Você acha que o CQC tem direito a entrar no Congresso?

assine aqui www.cqcnocongresso.com.br


Mensagem deste blogueiro

Boa noite !

Caro amigos leitores, por compromissos profissionais não poderei estar atualizando nosso canal de cominicação "este blog" durante ate mais ou menos o final do mês.

Portanto, desculpe-me se não posso nesses dias estar compartilhando com todos, assuntos e noticias de muita importância.

Abraços

Dênis Carlos

(PONTOGOVBRASIL)

sábado, 7 de junho de 2008

Crise no Governo de RS

— O vice-governador é um mau caráter. Ele não é um homem honrado.

chefe da Casa Civil, Cézar Busatto, se defendeu com ataques verbais ao vice-governador Paulo Feijó.

Leia a transcrição da conversa que abalou o governo

Secretário de Yeda admite o uso de estatais em campanha no RS

Um dos principais auxiliares da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), o chefe da Casa Civil, César Busatto (PPS), admitiu o uso de estatais do governo gaúcho para financiar campanhas eleitorais. A afirmação foi feita durante uma conversa mantida com o vice-governador Paulo Feijó (DEM) no último dia 26.

Sem que Busatto soubesse, o vice-governador, que é adversário político de Yeda, gravou o diálogo e ontem entregou uma cópia à CPI que investiga o desvio de R$ 44 milhões do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) gaúcho.

Em um dos trechos do diálogo, Busatto diz que o governo "acaba tendo que fazer concessões importantes aos partidos aliados, os partidos grandes do Estado". Em seguida, mencionou o Banrisul e o Detran como cotas do PMDB e do PP.

"Então não podemos deixar eles de fora. Não tenho dúvidas de que o Detran é uma grande fonte de financiamento", diz em trecho da gravação ouvida na sala de reuniões da CPI e depois transcrita por assessores da comissão.

No início da noite, Busatto chamou o vice-governador de "golpista" e disse que o uso dos recursos para campanhas não provinha das estatais, mas dos cargos comissionados (não concursados) ocupados por militantes partidários.

"Os cargos de confiança são, sim, financiamento de campanha, cada CC [cargo em comissão] tem que pagar 10%, 20%", disse. "Quem falou em desvio não fui eu, foi o vice-governador", disse Busatto.

Confira abaixo a matéria completa

Secretário admite uso político de estatais

da Agência Folha, em Porto Alegre

Agenda Oficial do Presidente da República 07/06/2008 à 08/06/2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passa o final de semana (7 e 8 de junho) em Brasília, sem compromissos oficiais

Escândalos brasileiros estão ficando complexos e labirínticos

Condenações no TCU - do dia 03/06 ao dia 06/06

Tribunal condena ex-prefeito de São Carlos (SP)
TCU condena ex-prefeito de Autazes (AM)
TCU condena ex-prefeito de Lavras da Mangabeira (CE)
TCU condena ex-prefeito de Atalaia do Norte (AM)
TCU condena ex-prefeito de Zé Doca (MA)
Cautelar determina suspensão de pregão de Furnas
TCU suspende contrato da prefeitura de Parnaíba (PI)
TCU condena construtora e ex-prefeito de Alto Alegre (RR)
TCU multa gerente da Secretaria do Patrimônio da União no RS
TCU multa em R$ 3 mil ex-prefeito de Ji-Paraná (RO)
TCU suspende licitação de obras do PAC em Nova Iguaçu (RJ)
TCU condena ex-prefeito de Rosário (MA)
TCU suspende pregão eletrônico do Tribunal Superior do Trabalho
TCU condena ex-prefeito de Capinzal do Norte (MA)
Ex-prefeito de Claro dos Poções (MG) terá de pagar R$ 38 mil
TCU condena ex-prefeito de Mimoso de Goiás (GO)

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Fonte: TCU

MPF/AL denuncia cinco ex-gestores do Cefet

Convênio irregular com a Fapec serviu de base para alguns dos vários crimes cometidos

O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL) ofereceu denúncia contra cinco pessoas por irregularidades na gestão do Centro Federal de Educação Tecnológica de Alagoas (Cefet) durante o ano de 2004. Mário César Jucá, Maria Eliana Gomes, Maria de Fátima da Costa Lippo Acioli, Josélio Monteiro de Melo e Luiz Carlos Garcia Júnior são acusados de diversos crimes, entre eles, concussão (exigir vantagem indevida), peculato (desvio de recursos), fraude à licitação e formação de quadrilha.

A principal irregularidade apontada pelo procurador da República Paulo Roberto Olegário de Sousa na ação penal diz respeito a convênios firmados pelo Cefet com a Fundação Alagoana de Amparo à Pesquisa e Cultura (Fapec) – uma fundação privada criada em 1996 por funcionários do Cefet, entre eles os denunciados Mário César Jucá (ex-diretor-geral), Maria Eliana Gomes (ex-diretora de Administração e Planejamento) e Maria de Fátima Lippo Acioli (ex-diretora de Ensino).

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MPF/AL denuncia cinco ex-gestores do Cefet

Fonte: da Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República em Alagoas

Ex-prefeito de Chapada da Natividade é denunciado pelo MPF/TO

Joaquim Urcino Ferreira e empresário são acusados de desviar recursos federais da Funasa.

O Ministério Público Federal no Tocantins (MPF/TO) propôs denúncia à Justiça Federal contra o ex-prefeito de Chapada da Natividade Joaquim Urcino Ferreira e o empresário Claudson Santana Batista, pelo desvio de recursos federais oriundos de convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para obras de melhorias sanitárias domiciliares na zona urbana do município, firmado em 1º de julho de 1998. Para a construção de 72 banheiros e 72 fossas, o convênio previa a aplicação de 80 mil reais pela Funasa, sendo a contrapartida do município de R$ 4.217,47.

Joaquim Urcino, em sua gestão como prefeito, dispensou o procedimento licitatório que seria exigível em favor da Construtora Pouso Alto Ltda e, juntamente com o denunciado Claudson Santana, sócio-gerente da construtora, montou uma falsa licitação para tentar encobrir a verdadeira dispensa do certame. Segundo a denúncia, entre outras evidências de fraude, os atos do procedimento licitatório foram realizados em um só dia, uma vez que a abertura do procedimento, parecer técnico, adjudicação e homologação da licitação, nota de empenho, ordem de pagamento, assinatura de contrato, ordem de serviço, emissão e pagamento de nota fiscal referente à 1ª parcela do contrato foram realizados todos em 26 de novembro de 1998. Análise dos arquivos eletrônicos apreendidos na sede da Construtora Pouso Alto Ltda confirmam que foi Claudson quem elaborou as propostas das demais empresas participantes.

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Ex-prefeito de Chapada da Natividade é denunciado pelo MPF/TO

Fonte: da Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Tocantins

MPF/RS propõe ação de improbidade contra reitor e pró-reitor da Ufpel

Ufpel foi utilizada para convênio irregular.

O Ministério Público Federal em Pelotas (RS) ajuizou ação de improbidade contra o reitor da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), César Borges, e contra o pró-reitor de Assuntos Comunitários da instituição, Alípio Coelho, em razão de convênio assinado pelo reitor que permitiu à Santa Casa transferir seu setor de heomodiálise para prédio da Ufpel.

A clínica de hemodiálise da Santa Casa era gerido até março de 2007 por empresa pertencente ao professor Alípio, pró-reitor da Ufpel, conduta por si só vedada pelo estatuto do servidor público.

Processo 2008.71.10.001851-0, pra busca na Justiça Federal.

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MPF/RS propõe ação de improbidade contra reitor e pró-reitor da Ufpel

Fonte: da Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul

MPF/RS propõe ação de improbidade contra 51 acusados de desvio do Detran

Acusados praticaram condutas ilícitas de procedimentos incompatíveis com o exercício da função pública.

O Ministério Público Federal em Santa Maria (RS) ajuizou ação de improbidade administrativa contra 51 pessoas físicas e jurídicas, acusadas de desvio de recursos públicos do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran/RS), na ordem de 44 milhões de reais, com utilização da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e das fundações de apoio Fatec e Fundae. Muitas dessas pessoas já são rés no processo criminal aberto pelo MPF, junto à Justiça Federal.

A ação de improbidade administrativa foi protocolada na Justiça Federal de Santa Maria e deverá ser distribuída livremente entre os juízes. O desvio começou por volta do mês de junho de 2003, estendendo-se até novembro do ano passado.

De acordo com os procuradores da República que assinam a inicial, os acusados praticaram condutas ilícitas de procedimentos incompatíveis com o exercício da função pública, causando prejuízo ao erário e enriquecimento ilícito. Entre as condutas de improbidade estão falsidade ideológica, formação de quadrilha, locupletamento indevido com dispensa de licitação, supressão de documentos e corrupção ativa e passiva.

Na inicial da ação de improbidade, os procuradores requerem a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda do cargo e função pública, com cassação de aposentadoria dos servidores públicos já jubilados, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, entre outras medidas.

Conforme as provas levantadas durante a investigação, o Ministério Público Federal concluiu que "a quadrilha estabeleceu verdadeiro 'bureau' do crime, utilizando-se, de forma fraudulenta, da possibilidade de dispensa de licitação para contratação de fundações de apoio, bem como de prestígios políticos de seus integrantes para o estabelecimento e manutenção dos intensos contatos com gestores públicos - para quem 'vendiam' a fraude e dos quais dependiam decisivamente para a consecução da sangria do erário".

Confira abaixo as pessoas físicas e jurídicas rés da ação de improbidade administrativa.

MPF/RS propõe ação de improbidade contra 51 acusados de desvio do Detran

da Assessoria de Comunicação Social da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul

MPF/DF propõe ação de improbidade contra presidente da Funasa

Ação questiona contratação irregular de mão-de-obra terceirizada.

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) ajuizou na segunda-feira, 2 de junho, ação de improbidade administrativa contra o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Danilo Bastos Forte. A ação questiona a contratação irregular de 295 funcionários terceirizados. De acordo com o MPF, o serviço delegado faz parte da atividade-fim da instituição e deve ser realizado por servidores concursados. Também são alvos da ação o diretor do departamento de administração Williames de Oliveira, a própria Funasa e a empresa Milênio.

A ação foi proposta pela procuradora da República Ana Carolina Roman. Ela alega que a Funasa dispõe de servidores suficientes em seu quadro para realizar o serviço e que atividades típicas da instituição devem ser exercidas por servidores de carreira. “A terceirização só pode ser admitida no caso de atividade acessória e quando não houver servidor de carreira para o exercício da função”, defende a procuradora. “O concurso público é regra para a contratação de mão-de-obra pela administração pública”, completa.

Dados da Controladoria Geral da União demonstram que só em 2007 a Funasa gastou cerca de 3,4 bilhões de reais com pagamento de pessoal. São 40 mil servidores em atividade, mas 70% está cedido a estados e municípios. Para Ana Carolina, há uma incompatibilidade entre a cessão de servidores e a contratação de pessoal terceirizado. “O total de servidores cedidos, só no Distrito Federal e sem levar em consideração os servidores cedidos em outras localidades, supera, com folga, o número de postos terceirizados”, afirma.

Prejuízo - O MPF sustenta ainda que a terceirização traz prejuízos aos cofres públicos, já que, no final das contas, a Funasa irá pagar por uma força de trabalho que já está à disposição da administração. O valor do contrato com a empresa Milênio, considerando as prorrogações possíveis, é de cerca de 5,8 milhões de reais. “A escolha feita pelos réus, além de ser a mais dispendiosa, é contrária ao ordenamento jurídico pátrio”, conclui Ana Carolina Roman.

Antes da assinatura do contrato, o Ministério Público Federal já havia alertado a Funasa sobre as irregularidades da terceirização. A recomendação, enviada em novembro do ano passado, foi desconsiderada pelo presidente da fundação, que efetuou a contratação de todos os serviços e não fez as alterações sugeridas.

Agora, na via judicial, o MPF quer a suspensão imediata do Contrato 66/2007 e a interrupção dos pagamentos até o fim do processo. No mérito da ação, pede a anulação definitiva do contrato e a responsabilização dos envolvidos por improbidade administrativa. Se condenados, eles terão que devolver à União o dinheiro gasto indevidamente com a terceirização e poderão perder o cargo, ter os direitos políticos suspensos, pagar multa e ficar proibidos de contratar com o poder público.

O caso será julgado pela 21ª Vara da Justiça Federal no DF. Processo: 2008.34.00.017420-5.

Fonte: da Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Distrito Federal

MPF/TO denuncia desvio de recursos da Funasa em Gurupi

Esquema desviava verbas de convênios firmados pela Funasa com a prefeitura, destinadas à construção de Centro de Controle de Zoonoses.

O Ministério Público Federal no Tocantins (MPF/TO) denunciou o ex-prefeito de Gurupi Nanio Tadeu Gonçalves, além de Vicente Espineli Sant'anna, Antônio Lo Turco, Itamar Dante Zochi e Rosa Tieko Hayashi por desvios de recursos federais provenientes de convênio firmado entre a prefeitura de Gurupi e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), destinados à construção do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Gurupi. A denúncia já foi recebida pela Justiça Federal, que deve marcar as datas para ouvir os denunciados.

Segundo a denúncia, o empresário Vicente Espineli Sant'anna, nos anos de 1997 a 1999, montou um esquema de desvio de recursos de convênios firmados pela Funasa com prefeituras do Tocantins, cujos objetos eram a construção de centros de controle de zoonoses. Vicente tinha conhecimento prévio da liberação de recursos e utilizava esse conhecimento para articular junto aos prefeitos o seu esquema de desvio. Após superada a fase de licitação - que tudo indica era fraudada em favor de sua empresa, Sengetec - as obras não eram integralmente executadas.

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MPF/TO denuncia desvio de recursos da Funasa em Gurupi

Fonte: da Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Tocantins

MPF/CE denuncia fraudes em convênios entre fundação e prefeituras

Foram desviados mais de cinco milhões de reais.

O Ministério Público Federal no Ceará (MPF/CE) denunciou Francisco Pessoa Furtado, Rui Melo de Carvalho e Paulo Ramiro Perez Toscano por envolvimento em um esquema de fraude com a utilização de recursos federais do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os recursos foram repassados por meio da celebração de convênios entre a Secretaria de Recursos Hídricos do MMA e a Fundação João Ramos Pereira da Costa, no período de 2000 e 2001. Há o registro da não execução dos serviços, conforme afirmam os municípios considerados beneficiados pelo convênio.

Todos os quatro convênios foram firmados entre a Secretaria de Recursos Hídricos do MMA com a Fundação João Ramos Pereira da Costa, que fica no Ceará e era administrada, na época, por Francisco Pessoa Furtado. As investigações do MPF apontam a ocorrência de desvio de dinheiro público e tiveram como base a conclusão de uma investigação do Ministério do Meio Ambiente, após provocação do Tribunal de Contas da União.

O desvio foi feito por meio da Fundação, que contratou irregularmente organizações não-governamentais (ONGs) para a execução do serviço. Houve o caso de uma ONG, Instituto Terra Social, criada exclusivamente para "atender" os convênios.

Diante das provas, Francisco Pessoa Furtado é considerado responsável pelos danos que somam R$ 5.051.980,80 nos quatro convênios, valor corrigido até 2004. Francisco Pessoa Furtado, por sua vez, responsabiliza Rui de Melo de Carvalho e Paulo Ramiro Perez pela elaboração dos convênios, liberação de recursos e pagamentos.

Os denunciados vão responder por fraude a licitação (artigo 90 da Lei nº 8.666/93) e peculato (artigo 312 do Código Penal).

Fonte: da Assessora de Comunicação Social da Procuradoria da República no Ceará

MPF/PB denuncia 21 pessoas por desvio de recursos do Senar

Dirigentes da entidade e terceiros desviaram recursos públicos em proveito próprio.

O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) denunciou 21 pessoas envolvidas em desvio de recursos públicos destinados ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Administração Regional da Paraíba (Senar-PB). A entidade, prevista no artigo 62 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal, recebe recursos federais para prestar serviços de treinamento rural.

De acordo com o MPF/PB, foram desviados recursos originados de convênios firmados com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ministério do Trabalho e Emprego, Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), entre outros. Os réus respondem por crimes como peculato, formação de quadrilha e crime licitatório, em decorrência de irregularidades praticadas de 18 de julho de 1997 a 14 de março de 2000, período em que Loester Imperiano da Silva presidiu o Conselho Administrativo do Senar-PB.

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MPF/PB denuncia 21 pessoas por desvio de recursos do Senar

Fonte: da Assessoria de Comunicação Procuradoria da República na Paraíba

MPF/RJ quer apuração de vazamento de dados sigilosos

Divulgação compromete processo da Operação Segurança Pública S/A.

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (RJ) requisitou à Polícia Federal nesta segunda-feira, dia 2, a instauração de um inquérito criminal para apurar o vazamento de trechos da denúncia e de gravações telefônicas da investigação que deu origem à Operação Segurança Pública S/A. O pedido foi feito pelos procuradores regionais da República Maurício da Rocha Ribeiro, Cristina Shwansee Romanó e Paulo Fernando Corrêa, autores da denúncia, em ofício ao superintendente regional da Polícia Federal, Valdinho Jacintho Caetanto.

No ofício, os procuradores relatam que, no dia seguinte à deflagração da Operação Segurança Pública S/A, foram veiculados trechos do relatório da PF com referências a escutas telefônicas e da denúncia levada ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), além da reprodução de áudios gravados na interceptação telefônica.

O MPF repudia o vazamento das conversas telefônicas sigilosas, pois as gravações contêm diálogos que ainda são objeto de investigação. Para o MPF, há flagrantes indícios de violação das normas que impõem o sigilo de tais informações, vislumbrando-se, em tese, os crimes de quebra de segredo de Justiça (artigo 10 da Lei 9.296/96) e violação de sigilo funcional (artigo 325 do Código Penal). Segundo os procuradores, tais violações à lei comprometem o andamento do processo penal, que requer, no TRF-2, uma fase prévia de defesa preliminar, para permitir o recebimento da denúncia.

Investigação sobre Rosinha Matheus - Tendo em vista o vazamento de trecho da denúncia contra Álvaro Lins dos Santos e outros 15 réus, o Ministério Público Federal esclarece que a lista de doações a políticos apreendida na Operação Furacão foi encaminhada à Justiça Eleitoral pelo juiz responsável pelo processo da Operação Furacão. Isso porque o fato cabe à Justiça Eleitoral por se tratarem de supostas contribuições não contabilizadas para campanha eleitoral.

Essa lista de doações foi referida na denúncia agora oferecida apenas para demonstrar a proximidade dos integrantes da quadrilha presa na Operação Segurança Pública S/A com pessoas ligadas à chamada máfia dos caça-níqueis.

Fonte: do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro

Entidades filantrópicas são alvo do Fórum Permanente de Combate à Corrupção em Pernambuco

Grupo constituiu força-tarefa para enfrentar o problema mais grave de corrupção no estado.

Reunidos na manhã da última sexta-feira, 30 de maio, os integrantes do Fórum Permanente de Combate à Corrupção em Pernambuco discutiram a questão do repasse de recursos públicos para as entidades do terceiro setor, que consiste hoje no maior foco de corrupção no estado.

Quase todos os órgãos reunidos no Fórum têm apurações e ações a respeito desse problema, e eles decidiram constituir uma força-tarefa para enfrentá-lo de forma mais sistemática e eficiente. O grupo voltará a se reunir no próximo dia 13 de junho, às 9h, na sede da Procuradoria Regional da União, na Rua 48, nº 149, no bairro do Espinheiro.

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Entidades filantrópicas são alvo do Fórum Permanente de Combate à Corrupção em Pernambuco

Fonte: da Assessoria de Comunicação Social da Procuradoria Regional da República da 5ª Região